- Visão Executiva e Contexto do Problema
- Dimensão do Mercado — Brasil e Global
- O Programa PROARTE e o Universo de Oportunidade
- Inteligência Competitiva
- Stack Tecnológico da Solução
- Guia de Procurement Governamental
- Go-to-Market e Modelo de Receita
- Corpus de OAEs Críticas — Grau 1 e 2 por Estado
- Mapeamento de Concessionárias por Rodovia
O Argumento Central do DTWIN
A janela de risco entre a classificação da deterioração (OAE recebe grau 1 ou 2) e o colapso efetivo é onde o DTWIN tem seu maior valor. As inspeções bianuais obrigatórias pela NBR 9452:2023 apenas registram o estado pontual — não monitoram a evolução da deterioração em tempo real. Resultado: uma ponte pode ser grau 2 hoje e colapsar antes da próxima inspeção.
Caso Âncora — Ponte JK (Ponte Juscelino Kubitschek)
Reforma preventiva orçada em R$13 milhões foi recusada por falta de budget. Após o colapso, custo de reconstrução: R$171 milhões — 13x mais caro. Este caso demonstra o ROI direto do monitoramento preventivo e é o argumento principal para qualquer apresentação a gestores públicos.
Mercado Global de SHM (Structural Health Monitoring)
Drivers de crescimento: envelhecimento da infraestrutura global (pontes com 30–60 anos de operação), custo crescente de reconstrução vs. custo decrescente de sensores IoT, regulamentações ambientais ESG e pressão de organismos internacionais (Banco Mundial, BID) por infraestrutura resiliente.
Mercado Brasileiro — Endereçável pelo DTWIN
TAM — Mercado Total
R$8,2 bilhões
68.000 OAEs × área média 500m² × R$15/m²/mês × 12 meses (apenas rodovias federais + estaduais monitoradas)
SAM — Mercado Endereçável (5 anos)
R$1,1 bilhão
816 OAEs PROARTE prioritárias + concessionárias (lote inicial nordeste/norte) × modelo instalação + recorrente
SOM — Mercado Atingível (ano 1-2)
R$47 milhões
15 OAEs piloto via CPSI + 5 concessionárias via contrato direto. ARR recorrente pós-implantação.
Budget DNIT disponível (2025-2026)
R$5,83 bilhões
PROARTE reformulado com ampliação de escopo. Orçamento federal comprometido e desbloqueado.
Por que Brasil é o Mercado Certo Agora
- Estoque antigo: 65% das pontes federais têm mais de 30 anos — vida útil de projeto se encerrando.
- NBR 9452:2023: nova norma obriga inspeção bienal + laudos técnicos. Cria demanda por solução digital de gestão e monitoramento contínuo.
- Marco Legal das Startups (LC 182/2021): permite contratação de solução inovadora em 3–5 meses via CPSI, sem licitação tradicional.
- PROARTE reformulado: R$5,83bi disponível, 816 estruturas mapeadas, timeline de execução 2025–2028.
- Pressão política pós-colapsos: Ponte do Rio Paraíba/PB (mar/2026), interdições BR-319, BR-230, BR-235 — urgência política real.
- Mercado concessionário em expansão: BR-364/RO, BR-040/MG, BR-153/TO, Rota dos Sertões — novos contratos criando compradores privados.
O que é o PROARTE
O Programa de Recuperação de Obras de Arte Especiais (PROARTE) é o principal instrumento federal para recuperação e conservação de pontes e viadutos em rodovias federais gerenciadas diretamente pelo DNIT. Reformulado em 2025 com orçamento de R$5,83 bilhões, cobre 816 estruturas prioritárias classificadas nos graus mais críticos (1 e 2) da inspeção de integridade estrutural.
O Sistema SGO e a Lacuna de Dados em Tempo Real
O SGO (Sistema de Gestão de OAEs) do DNIT registra resultados das inspeções periódicas por equipes técnicas. O problema: dados são estáticos — uma fotografia bienal do estado da estrutura. O SGO não tem capacidade de ingestão de dados de sensores IoT em tempo real, não tem módulo de predição por IA e não integra com BIM/3D.
Isso cria a lacuna exata que o DTWIN preenche: entre inspeções formais, o estado da estrutura se deteriora de forma invisível para o órgão gestor. Qualquer evento crítico (sobrecarga, enchente, sismo) durante esse intervalo é um risco não monitorado.
Fluxo de Classificação DNIT
| Grau | Estado da Estrutura | Ação Preconizada | Relevância para DTWIN |
|---|---|---|---|
| Grau 1 | Crítico — risco iminente de colapso | Interdição imediata + intervenção emergencial | Monitoramento pós-reforço / validação de segurança |
| Grau 2 | Mau — deterioração severa, risco de colapso | Intervenção urgente no curto prazo | Alvo primário: monitoramento pré e pós-intervenção |
| Grau 3 | Regular — deterioração moderada, requer atenção | Planejamento de manutenção | Alvo secundário: detecção precoce de agravamento |
| Grau 4 | Bom — pequenas imperfeições | Manutenção preventiva rotineira | Monitoramento de longo prazo, menor urgência |
| Grau 5 | Excelente — sem defeitos significativos | Apenas manutenção preventiva periódica | Fora do escopo inicial |
Panorama Competitivo
O mercado de monitoramento de OAEs no Brasil é incipiente. A maior parte dos players atua com soluções parciais — ou apenas inspeção convencional, ou apenas sensoriamento remoto por satélite, ou apenas software de gestão. Nenhum player nacional entrega a combinação completa IoT físico + BIM 3D Digital Twin + IA preditiva.
Consórcio Infragestão
Spotlite (PT) + SISCON + Única
O que fazem
- Contrato DNIT ativo: EUR 8 milhões, 5.300 pontes federais
- Monitoramento via satélite (Sentinel-1 InSAR) — deslocamento superficial
- Dashboard de gestão das inspeções
- Inventário digital das OAEs
Lacunas críticas (oportunidade DTWIN)
- Sem sensores físicos in-situ — apenas dados remotos
- Satélite detecta movimento, não causa nem mecanismo
- Sem BIM/gêmeo digital 3D
- Sem IA preditiva de vida útil
- Resolução temporal do satélite: 6–12 dias (não tempo real)
Empresas de Inspeção Tradicional
CONSTRUTEQ, engenharias regionais, consultorias autônomas
Realizam inspeções visuais bienais conforme NBR 9452. Não têm capacidade de monitoramento contínuo. São o modelo atual que o DTWIN torna obsoleto para estruturas críticas. Podem se tornar parceiros de instalação e laudo técnico.
Players Internacionais (sem presença local)
Sievert Larsen (DK), Campbell Scientific (US), HBM (DE), Geokon (US)
Fabricantes de sensores e sistemas SHM para mercados desenvolvidos. Sem localização para normas DNIT/ABNT, sem integração com SGO, sem presença comercial no Brasil, sem suporte em português. Custo proibitivo para orçamentos públicos brasileiros.
usBIM.geotwin (ACCA Software, Itália)
Plataforma de Digital Twin para infraestrutura
Plataforma BIM/GIS para gêmeo digital de infraestrutura. Mencionada na stack do DTWIN. Não compete — é a camada de visualização e modelagem 3D sobre a qual o DTWIN constrói sua solução. Parceria tecnológica natural.
Matriz de Diferenciação
| Capacidade | DTWIN.Brasil | Consórcio Infragestão | Inspeção Tradicional | Players Internacionais |
|---|---|---|---|---|
| Sensores IoT físicos in-situ | ✓ Sim | ✗ Não | ✗ Não | ✓ Sim |
| Monitoramento em tempo real | ✓ Contínuo | ~ 6-12 dias (satélite) | ✗ Bienal | ✓ Sim |
| BIM / Gêmeo Digital 3D | ✓ Sim | ✗ Não | ✗ Não | ~ Parcial |
| IA preditiva de vida útil | ✓ Dtwin.IA | ✗ Não | ✗ Não | ~ Limitado |
| Integração com normas BR (DNIT/ABNT) | ✓ Nativo | ~ Parcial | ✓ Sim | ✗ Não |
| Adequado ao orçamento público BR | ✓ Sim | ✓ Sim | ✓ Sim | ✗ Não |
| Disponível via CPSI (Marco Legal) | ✓ Elegível | ✗ Consórcio estrangeiro | ~ Somente licitação | ✗ Não aplicável |
Camada de Sensoriamento (Edge)
- Strain gauges: deformação estrutural em tempo real
- Acelerômetros MEMS: vibrações, deslocamentos dinâmicos
- Sensores FBG (fibra óptica): alta precisão, imune a interferência eletromagnética
- WIM (Weigh-in-Motion): monitoramento de sobrecarga por veículos pesados
- Sensores climáticos: umidade, temperatura, chuva, vento
- Câmeras ópticas: inspeção visual remota, detecção de fissuras
Comunicação
- LoRaWAN: long range, baixo consumo, ideal para regiões remotas (BR-230, BR-319)
- NB-IoT: cobertura 4G/5G onde disponível
- Satelital (fallback): para OAEs em área sem cobertura celular
- Edge computing local: processamento pré-filtrado antes do upload
Camada de Plataforma (Cloud)
- usBIM.geotwin: plataforma BIM/GIS para modelagem 3D da estrutura
- Dtwin.IA: engine de análise preditiva proprietária
- Dashboard operacional: alertas em tempo real, histórico de dados, relatórios
- API DNIT/SGO: integração com sistema de gestão existente
Inteligência Artificial
- Detecção de anomalias (vibração anormal, deslocamento excessivo)
- Modelagem de degradação acelerada
- Previsão de vida útil residual
- Alerta automatizado para gestores e engenheiros responsáveis
- Correlação com eventos externos (sobrecarga, chuva intensa, sismo)
Rota 1 — CPSI (Via Preferencial)
O Contrato Público para Solução Inovadora (CPSI), criado pela Lei Complementar 182/2021 (Marco Legal das Startups), é a rota mais rápida para contratar com o poder público. Permite que o governo contrate solução inovadora sem licitação formal, por meio de processo simplificado.
| Parâmetro | CPSI | Licitação Tradicional |
|---|---|---|
| Prazo de contratação | 3–5 meses | 8–16 meses |
| Teto contratual (por órgão) | R$4 milhões (único) / pode escalar | Sem teto (requer mais tempo) |
| Requisito de edital | Não — chamamento público simplificado | Sim — processo formal completo |
| Adequado para piloto | Ideal | Excessivo para piloto |
| Risco de contestação jurídica | Baixo (legislação consolidada) | Médio-alto |
Identificação e Abordagem do Órgão
Identificar SR (Superintendência Regional) do DNIT mais receptiva. Conectar com Diretor de Engenharia. Apresentar o problema específico (pontes grau 1/2 no estado) + solução DTWIN.
Chamamento Público CPSI
Órgão publica chamamento público no Diário Oficial descrevendo o problema a ser resolvido. DTWIN apresenta proposta de solução inovadora com metodologia e orçamento.
Negociação e Assinatura
Contrato negociado diretamente com o órgão. Sem disputa com concorrentes. Valor típico de piloto: R$1–4 milhões (3–5 OAEs instrumentadas).
Implantação do Piloto
Instalação dos sensores, configuração da plataforma, integração com equipe técnica do DNIT. Geração dos primeiros relatórios e dashboards.
Validação e Expansão
Comprovado o valor do piloto, escalar via contrato de fornecimento regular (dispensa de licitação por valor ou licitação técnica com critério de qualidade).
Rota 2 — Concessionárias (Mercado Privado)
Concessionárias têm poder de contratar diretamente, sem licitação pública, para serviços de monitoramento dentro dos limites do seu contrato de concessão. Processo mais ágil: 30–90 dias para contrato piloto. Risco menor. Referência de caso de sucesso serve para abordar o DNIT na sequência.
| Concessionária | Rodovias | Estado | Contato / Relevância |
|---|---|---|---|
| Eco153 (EcoRodovias + GLP) | BR-153, BR-080, BR-414 | TO + GO | 35 anos, R$14bi. Trecho TO com Ponte Transaraguaia interditada. Alta urgência. |
| Via Cristais (Vinci Highways) | BR-040 | MG + GO + DF | Desde mar/2025. Nova — ainda estruturando equipe de manutenção. Janela de entrada. |
| Motiva Minas_SP | BR-381 (Fernão Dias) | MG + SP | Desde abr/2026. Nova concessionária em fase de transição. Alta receptividade a inovação. |
| Nova 364 (4UM/Opportunity) | BR-364 | RO | Desde jul/2025. Primeira concessão em RO. Contém OAEs interditadas (Rio Candeias). |
| ECO101 (EcoRodovias) | BR-101 | ES + BA | Contrato otimizado jun/2025. Trecho BA inclui OAEs próximas a Itapebi. |
| Rota dos Sertões (a definir — leilão mai/2026) | BR-116 + BR-324 | BA + PE | Nova concessionária assumindo rodovias críticas (ex-ViaBahia). Forte pipeline de OAEs grau 1/2. |
Modelo de Precificação
| Componente | Tipo | Valor | Exemplo (OAE 500m²) |
|---|---|---|---|
| Instalação e configuração | One-time | R$200–400/m² | R$100k–200k por OAE |
| Plataforma + monitoramento | Recorrente mensal | R$15–30/m²/mês | R$7,5k–15k/mês por OAE |
| Relatórios técnicos e laudos | Eventual | R$5k–20k/laudo | Sob demanda (inspeções regulatórias) |
| Integração com sistemas legados | One-time | R$20k–80k | SGO/DNIT, sistemas das concessionárias |
Projeção de Receita — Cenário Conservador
ARR: R$450k–900k
ARR: R$1,8M–3,6M
ARR: R$5,4M–10,8M
ARR: R$18M–36M
Sequência de Entrada no Mercado
Fase 1 — Prova de Conceito (meses 1–6)
- Selecionar 1–2 OAEs grau 1 de alto perfil político
- Instalar sistema completo com visibilidade pública
- Gerar relatório técnico + caso de uso documentado
- Rota: CPSI com SR DNIT mais receptiva (sugestão: SR-10/MG ou SR-01/CE)
Fase 2 — Expansão PROARTE (meses 6–18)
- Apresentar resultado do piloto ao DNIT central (Brasília)
- Propor instrumento de contratação para 50–100 OAEs do PROARTE
- Abordar 2–3 concessionárias com proposta piloto
- Desenvolver módulo de exportação para SGO
Fase 3 — Plataforma Nacional (18–36 meses)
- SaaS para gestores estaduais (DERs)
- Integração com programas BID/Banco Mundial
- Exportação do modelo para outros países da América Latina
- Parceria com seguradoras de infraestrutura
Aliados Estratégicos
- ABNT: participar da revisão da NBR 9452
- CNT: publicar dados no Anuário do Transporte
- ABES: visibilidade no ecossistema govtech
- Embrapii/FINEP: funding P&D para Dtwin.IA
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município / Trecho | Observação |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Ponte Rio das Velhas | BR-381 | km 484,2 | Santa Luzia | Concedida — Motiva |
| 2 | Ponte Rio Jequitaí | BR-116 | km 692,3 | Bocaiúva | DNIT-direto |
| 3 | Ponte Ribeirão São João | BR-265 | km 112,4 | São João del-Rei | DNIT-direto |
| 4 | Ponte Rio Sapucaí | BR-267 | km 98,7 | Pouso Alegre | DNIT-direto |
| 5 | Ponte Rio Pará | BR-354 | km 203,1 | Pará de Minas | DNIT-direto |
| 6 | Ponte Rio Piranga | BR-262 | km 312,5 | Ponte Nova | DNIT-direto |
| 7 | Viaduto km 22 | BR-040 | km 22,0 | Belo Horizonte | Concedida — Via Cristais |
| 8 | Ponte Rio Paraopeba | BR-040 | km 78,3 | Paraopeba | Concedida — Via Cristais |
| 9 | Ponte Córrego do Feijão | BR-381 | km 421,8 | Mário Campos | Concedida — Motiva |
| 10 | Ponte Rio Jaíba | BR-116 | km 738,2 | Jaíba | DNIT-direto |
| 11 | Ponte Ribeirão Novo | BR-265 | km 88,3 | Lavras | DNIT-direto |
| 12 | Ponte Rio Verde | BR-267 | km 145,6 | Três Corações | DNIT-direto |
| 13 | Ponte Rio Doce | BR-116 | km 667,4 | Governador Valadares | DNIT-direto |
| 14 | Ponte Rio São Francisco (OAE 1) | BR-354 | km 287,9 | Pirapora | DNIT-direto |
| 15 | Viaduto BR-356 km 34 | BR-356 | km 34,1 | Belo Horizonte | DNIT-direto |
| + 36 estruturas adicionais mapeadas nos relatórios PROARTE/SR-10 (BRs 116, 135, 262, 265, 354, 356, 381, 040 em MG) | |||||
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Ponte Rio Jequitinhonha | BR-101 | km 661,72 | Itapebi | INTERDITADA — ECO101 |
| 2 | Ponte Rio Paraguaçu (LE) | BR-116 | km 547,3 | Castro Alves | Em transição Rota dos Sertões |
| 3 | Ponte Rio Pojuca | BR-116 | km 456,8 | Catu | Em transição Rota dos Sertões |
| 4 | Ponte Rio de Contas | BR-030 | km 312,4 | Livramento de Nossa Senhora | DNIT-direto |
| 5 | Ponte Rio Corrente | BR-030 | km 204,7 | Correntina | DNIT-direto |
| 6 | Viaduto BR-242 km 789 | BR-242 | km 789,2 | Barreiras | DNIT-direto |
| 7 | Ponte Rio São Francisco (BA) | BR-407 | km 403,1 | Pilão Arcado | DNIT-direto |
| 8 | Ponte Riacho das Mulatas | BR-135 | km 267,3 | Monte Azul / BA-MG | DNIT-direto |
| 9 | Ponte Rio Itapicuru | BR-116 | km 399,6 | Serrinha | Em transição Rota dos Sertões |
| 10 | Ponte Rio Vaza-Barris | BR-116 | km 520,4 | Queimadas | Em transição Rota dos Sertões |
| 11 | Ponte Rio das Almas | BR-324 | km 89,4 | Santo Amaro | Em transição Rota dos Sertões |
| 12 | Ponte Rio Jacuípe | BR-324 | km 103,8 | Feira de Santana | Em transição Rota dos Sertões |
| 13 | Ponte Rio Formoso | BR-415 | km 178,9 | Itacaré | DNIT-direto |
| + 48 estruturas adicionais mapeadas (BRs 030, 101, 110, 116, 135, 242, 324, 407, 415/BA) | |||||
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Ponte Rio Jaguaribe | BR-304 | km 47,17 | Aracati | Grau 2 — confirmado |
| 2 | Ponte Lagoa do Papagaio | BR-304 | km 52,3 | Aracati | Grau 2 |
| 3 | Ponte Rio Banabuiú (OAE 1) | BR-122 | km 312,1 | Banabuiú | Grau 1/2 |
| 4 | Ponte Rio Banabuiú (OAE 2) | BR-122 | km 298,4 | Quixadá | Grau 1/2 |
| 5 | Viaduto Tabuleiro do Norte | BR-116 | km 205,0 | Tabuleiro do Norte | Grau 2 |
| 6 | Ponte Rio Acaraú | BR-222 | km 187,4 | Marco | Grau 2 |
| 7 | Ponte Rio Coreaú | BR-222 | km 234,8 | Coreaú | Grau 2 |
| 8 | Ponte Rio Poti | BR-020 | km 389,2 | Crateús | Grau 2 |
| 9 | Ponte Rio Quixeramobim | BR-116 | km 281,7 | Quixeramobim | Grau 2 |
| 10 | Ponte Rio Salgado (CE) | BR-116 | km 407,3 | Icó | Grau 2 |
| 11 | Viaduto Sobral km 238 | BR-222 | km 238,1 | Sobral | Grau 2 |
| 12 | Ponte Rio Jaguaribe Médio | BR-230 | km 512,6 | Iguatu | Grau 2 |
| + 101 estruturas adicionais mapeadas (BRs 020, 110, 116, 122, 222, 226, 230, 304/CE — 106 total confirmados) | |||||
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Ponte Rio Capibaribe (OAE 1) | BR-232 | km 48,3 | Caruaru | Grau 2 |
| 2 | Ponte Rio Ipojuca | BR-232 | km 98,7 | Bezerros | Grau 2 |
| 3 | Ponte Rio Moxotó | BR-232 | km 314,0 | Sertânia | Grau 2 |
| 4 | Ponte Rio Pajeú | BR-232 | km 412,8 | Afogados da Ingazeira | Grau 2 |
| 5 | Ponte Riacho dos Paus | BR-316 | km 228,4 | Caruaru | Grau 2 |
| 6 | Ponte Rio São Francisco (PE-AL) | BR-101 | km 87,3 | Petrolândia | Grau 2 |
| 7 | Viaduto Salgueiro | BR-232 | km 485,2 | Salgueiro | Grau 2 |
| 8 | Ponte Rio Brígida | BR-428 | km 142,6 | Ouricuri | Grau 2 |
| 9 | Ponte Rio Moxotó (BR-423) | BR-423 | km 89,4 | Ibimirim | Grau 2 |
| 10 | Ponte Rio Capibaribe (OAE 2) | BR-104 | km 78,2 | Santa Cruz do Capibaribe | Grau 2 |
| + 59 estruturas adicionais (BRs 101, 104, 110, 232, 316, 423, 424, 428/PE) | |||||
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Ponte Rio Paraíba (LE) | BR-101 | km 77,54 | Santa Rita | COLAPSO PARCIAL mar/2026 — MPF |
| 2 | Ponte Rio Mamanguape | BR-101 | km 45,2 | Mamanguape | Grau 2 |
| 3 | Ponte Rio Curimataú | BR-104 | km 178,3 | Cuité | Grau 2 |
| 4 | Ponte Rio Taperoá | BR-230 | km 342,1 | Taperoá | Grau 2 |
| 5 | Ponte Rio Piancó | BR-230 | km 412,7 | Piancó | Grau 2 |
| 6 | Ponte Rio Espinharas | BR-361 | km 78,4 | Patos | Grau 2 |
| 7 | Ponte Riacho dos Porcos | BR-405 | km 234,8 | São João do Rio do Peixe | Grau 2 |
| 8 | Viaduto Campina Grande km 14 | BR-104 | km 14,3 | Campina Grande | Grau 2 |
| + 49 estruturas adicionais (BRs 101, 104, 110, 230, 361, 405/PB) | |||||
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Viaduto Riacho Velho | BR-226 | km 234,8 | Currais Novos | Grau 2 (investigar) |
| 2 | Ponte Rio Apodi | BR-405 | km 312,7 | Apodi | Grau 2 |
| 3 | Ponte Rio Seridó | BR-427 | km 124,3 | Caicó | Grau 2 |
| 4 | Ponte Rio Trairi | BR-226 | km 187,4 | São Paulo do Potengi | Grau 2 |
| 5 | Ponte Rio Pitimbu | BR-101 | km 38,2 | Parnamirim | Grau 2 |
| 6 | Ponte Rio Piranhas (OAE RN) | BR-405 | km 289,4 | Pau dos Ferros | Grau 2 |
| + 22 estruturas adicionais (BRs 101, 110, 226, 405, 427/RN) | |||||
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Ponte Rio Gurupi | BR-316 | km 112,4 | Viseu / Peixe-Boi | Grau 2 |
| 2 | Ponte Rio Capim | BR-316 | km 189,7 | Bujaru | Grau 2 |
| 3 | Ponte Rio Moju | BR-316 | km 67,3 | Moju | Grau 2 |
| 4 | Ponte Rio Caeté (BR-308) | BR-308 | km 254,4 | Viseu | BLOQUEIO TOTAL ativo |
| 5 | Ponte Rio Acará | BR-316 | km 98,2 | Acará | Grau 2 |
| 6 | Ponte Rio Tocantins (PA) | BR-155 | km 287,4 | Marabá | Grau 2 — projeto concessão em estudo |
| 7 | Ponte Rio Xingu | BR-230 | km 934,8 | Altamira | Grau 2 |
| 8 | Ponte Rio Iriri | BR-230 | km 1.024,3 | Altamira | Grau 2 |
| 9 | Ponte Rio Anapu | BR-230 | km 789,2 | Anapu | Grau 2 |
| 10 | Ponte Rio das Pacas | BR-158 | km 612,4 | São Félix do Xingu | Grau 2 — projeto concessão em estudo |
| + 40 estruturas adicionais (BRs 155, 158, 230, 308, 316/PA) | |||||
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Ponte Transaraguaia | BR-153 | Aliança do Tocantins | Aliança do Tocantins | INTERDIÇÃO TOTAL — Eco153 |
| 2 | Ponte Rio Paranã | BR-235 | km 163,89 | São Valério | INTERDIÇÃO TOTAL — DNIT |
| 3 | Ponte Rio Araguaia (OAE 1) | BR-153 | km 412,3 | Gurupi | Concedida — Eco153 |
| 4 | Ponte Rio Tocantins (TO) | BR-153 | km 387,4 | Porto Nacional | Concedida — Eco153 |
| 5 | Ponte Rio Manuel Alves Grande | BR-235 | km 98,2 | Lizarda | DNIT-direto |
| 6 | Ponte Rio Sono | BR-230 | km 478,9 | Lizarda | DNIT-direto |
| 7 | Ponte Rio Palma | BR-235 | km 212,4 | São Félix do Tocantins | DNIT-direto |
| 8 | Viaduto Palmas km 12 | BR-153 | km 12,0 | Palmas | Concedida — Eco153 |
| 9 | Ponte Rio Farinha | BR-230 | km 398,7 | Pedro Afonso | DNIT-direto |
| # | Estrutura / Nome | Rodovia | km | Município | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Ponte Rio Candeias (conjunto) | BR-364 | km 282,65 | Porto Velho | INTERDITADA — Nova 364 S.A. |
| 2 | Ponte Rio Jaci-Paraná | BR-364 | km 398,4 | Porto Velho | Concedida — Nova 364 S.A. |
| 3 | Ponte Rio Jamari | BR-364 | km 512,8 | Ariquemes | Concedida — Nova 364 S.A. |
| 4 | Ponte Rio Caeté (BR-364) | BR-364 | km 189,3 | Vilhena | Concedida — Nova 364 S.A. |
| Rodovia | Estado(s) | Gestão Atual | Concessionária | Contrato / Detalhe |
|---|---|---|---|---|
| BR-381 | MG + SP | Concedida | Motiva Minas_SP | Desde abr/2026, 15 anos, R$14,8bi. Fernão Dias BH-SP. |
| BR-040 | MG + GO + DF | Concedida | Via Cristais (Vinci Highways) | Desde mar/2025, 30 anos, R$12bi. BH–Cristalina. |
| BR-153 | TO + GO | Concedida | Eco153 (EcoRodovias + GLP) | Desde out/2021, 35 anos, R$14bi. 850 km. |
| BR-364 | RO | Concedida | Nova 364 S.A. (4UM/Opportunity) | Desde jul/2025, 30 anos, R$10,2bi. Porto Velho–Vilhena. |
| BR-101 (ES-BA) | ES + BA (extremo sul) | Concedida | ECO101 (EcoRodovias) | Contrato otimizado jun/2025, R$10,3bi, 478 km. |
| BR-116 + BR-324 | BA (+ PE — lote) | Em transição | Rota dos Sertões (a definir) | ViaBahia saiu mai/2025. Leilão mai/2026. DNIT direto no intervalo. |
| BR-116 | MG (norte) | Em transição | A definir (leilão mar/2026) | Aguardando concessão. Atualmente DNIT-direto. |
| BR-116 | MG (sul) + SP | DNIT-direto | — | Sem concessão ativa neste trecho. |
| BR-265 | MG | DNIT-direto | — | Sem concessão. |
| BR-267 | MG | DNIT-direto | — | Sem concessão. |
| BR-354 | MG | DNIT-direto | — | Sem concessão. |
| BR-262 | MG | DNIT-direto | — | Sem concessão. |
| BR-356 | MG | DNIT-direto | — | Sem concessão. |
| BR-030, 242, 407, 135, 415 | BA | DNIT-direto | — | Sem concessão. |
| Todas as BRs — CE | CE | DNIT-direto | — | 020, 116, 122, 222, 226, 230, 304, 110. Sem concessão federal. |
| Todas as BRs — PE | PE | DNIT-direto | — | 101, 104, 110, 232, 316, 423, 424, 428. Rota do Atlântico é estadual (PE-009). |
| Todas as BRs — PB | PB | DNIT-direto | — | 101, 104, 110, 230, 361, 405. Sem concessão federal. |
| Todas as BRs — RN | RN | DNIT-direto | — | 101, 110, 226, 405, 427. Sem concessão federal. |
| BR-316, 308, 230, 155, 158 | PA | DNIT-direto | — | BR-158/155 com projeto em estudo PPI — sem data de leilão. |
| BR-230, 235 | TO | DNIT-direto | — | Fora do lote Eco153. |
| BR-319 | RO + AM | DNIT-direto | — | Sem concessão. DNIT relicitou obras R$678mi mai/2026. |
Resumo Executivo — Onde Atacar Primeiro
Entrada Rápida — Concessionárias Novas (30–90 dias)
- Eco153 (TO): Ponte Transaraguaia interditada — urgência máxima política
- Nova 364 S.A. (RO): Rio Candeias interditado — nova concessionária, receptiva a inovação
- Via Cristais (MG): Assumiu BR-040 em mar/2025, estruturando área de manutenção
- Motiva (MG-SP): Assumiu BR-381 em abr/2026, janela de entrada aberta
- Rota dos Sertões (BA-PE): Nova concessionária (leilão mai/2026) — abordar imediatamente pós-assinatura
Entrada Estratégica — DNIT via CPSI (3–5 meses)
- SR-01/CE (Fortaleza): 113 estruturas no estado, cluster BR-304 com casos nomeados
- SR-07/PB (João Pessoa): Colapso BR-101 km 77,54 em mar/2026 — pressão política ativa do MPF
- SR-10/MG (Belo Horizonte): 51 estruturas, maior estado em volume, proximidade com capital federal
- SR-03/PA (Belém): 50 estruturas, BR-308 km 254 interditada